e se a hiperconexão nos levar de volta ao analógico?

discos de vinil, câmeras analógicas e crochês
greta thunberg e a traição da branquitude

alianças sem mudança de protagonismo são possíveis.
Araetá: a literatura dos povos originários

Com curadoria de Ademario Ribeiro Payayá, Kaká Werá Jecupé e Selma Caetano, a exposição ocupa diferentes espaços da unidade e dá visibilidade a cosmovisões de 50 povos, prestando tributo a Davi Kopenawa e destacando os escritores Ailton Krenak, Daniel Munduruku e Eliane Potiguara.
Diversidade e bem-viver: as múltiplas autorias em literatura indígena

Mesa literária “Diversidade e bem-viver: as múltiplas autorias em literatura indígena com Geni Núñez, Janaú, Ellen Wassu e jamille anahata + sarau uruKum.”
Curso: Poesia e pertencimento pela lente de mulheres indígenas (Sesc Ipiranga)

O curso “Poesia e pertencimento pela lente de mulheres indígenas” traz uma série de 4 encontros, onde jamille anahata guia participantes para falar sobre determinadas temáticas, partindo da produção poética de mulheres indígenas de Pindorama (Brasil) e Abya Yala (América).
Vozes femininas na literatura indígena

Bate-papo sobre autoria feminina na literatura indígena, com Auritha Tabajara e jamille anahata.
Curso: Poesia e pertencimento pelas lentes de mulheres indígenas (Sesc Santo André)

No curso, visitaremos as poéticas de mulheres de Pindorama e Abya Yala, territórios respectivamente conhecidos como “Brasil” e “América”. Através das palavras de mulheres como Eliane Potiguara, Márcia Kambeba e Márcia Mura, será discutido raça, etnia, branquitude, pertencimento indígena e outros entrelaçamentos que permeiam os povos originários, com proposta de exercícios de reflexão e escrita. […]
Performance Çukuriju – Macrofonia

Em Çukuriju, um corpo cósmico carrega em sua trama os fluidos de vida e transformação. Ganha forma a incandescência, viaja levando os sonhos e assombros do tempo. Água e fogo se banham no tecido de Çukuriju.
Tríptico – Arte pelo Clima

Criação de tríptico a partir do convite do hub do Youth Climate Leaders, com a mudança climática como ponto de partida. Processo e telas feitas por artistas manauaras: jamille anahata, Marcelo Rufi e Sarah Campelo,
Um passo antes do pardo: entendendo o caboclo amazônico

Falar sobre o “caboclo”, presente na realidade nortista, é desenrolar um fio tecido pela colonização.