nasci em Manaus (AM) e a Amazônia é minha casa e minha pele. do povo Mura, bissexual, poeta e pesquisadora de relações raciais e branquitude. minha palavras desaguam em ancestralidade, amores livres, anticolonialidade. acredito no poder radical dos afetos.
sou, primeiramente, uma experimentadora:
da palavra, das linguagens e do corpo.
meu zine “todo banquete é uma oferenda” está à venda.
tenho poesias presentes nas antologias “Poesia Indígena Hoje” (Unicamp), “Longe de Monte Carlo” (independente), “Chão Vermelho” (selo Hecatombe, da editora Urutau) e “O Livro do Verso Vivo” (editora Outra Margem).
faço parte dos projetos Leia Mulheres Indígenas e do uruKum sarau.