puranga pesika

nasci em Manaus (AM) e a Amazônia é minha casa e minha pele. do povo Mura, bissexual, poeta e pesquisadora de relações raciais e branquitude. minha palavras desaguam em ancestralidade, amores livres, anticolonialidade. acredito no poder radical dos afetos.

sou, primeiramente, uma experimentadora:
da palavra, das linguagens e do corpo.

ancestralidade

amores livres

afetos

anticolonialidade

você pode me acompanhar em:

meu zine todo banquete é uma oferenda está à venda.

tenho poesias presentes nas antologias “Poesia Indígena Hoje” (Unicamp), “Longe de Monte Carlo” (independente), “Chão Vermelho” (selo Hecatombe, da editora Urutau) e O Livro do Verso Vivo (editora Outra Margem).

faço parte dos projetos  Leia Mulheres Indígenas e do uruKum sarau.

Literatura Indígena Amazonas

Leia Mulheres Indígenas

urukum sarau