{"id":7482,"date":"2020-07-25T12:04:00","date_gmt":"2020-07-25T12:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jamilleanahata.com\/?p=7482"},"modified":"2024-02-14T20:35:23","modified_gmt":"2024-02-14T20:35:23","slug":"um-passo-antes-do-pardo-entendendo-o-caboclo-amazonico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jamilleanahata.com\/en\/um-passo-antes-do-pardo-entendendo-o-caboclo-amazonico\/","title":{"rendered":"Um passo antes do pardo: entendendo o caboclo amaz\u00f4nico"},"content":{"rendered":"<p id=\"7230\"><em>Falar sobre o \u201ccaboclo\u201d, presente na realidade nortista, \u00e9 desenrolar um fio tecido pela coloniza\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:63px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"612\" src=\"https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-fotografia-Mauricio-Souza-Instituto-Mamiraua.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7751\" srcset=\"https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-fotografia-Mauricio-Souza-Instituto-Mamiraua.png 750w, https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-fotografia-Mauricio-Souza-Instituto-Mamiraua-300x245.png 300w, https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-fotografia-Mauricio-Souza-Instituto-Mamiraua-15x12.png 15w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Amaz\u00f4nidas estudando e pesquisando pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas da sua terra (Maur\u00edcio Souza\/Instituto Mamirau\u00e1)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"9c9e\"><strong>Popularmente, quem \u00e9 o caboclo?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"117c\">Antes de mais nada, vamos esclarecer que aqui vou falar exclusivamente do caboclo amaz\u00f4nico. Fa\u00e7o essa distin\u00e7\u00e3o porque, em outras partes do pa\u00eds, o termo pode ser usado para descrever grupos rurais que s\u00e3o social e culturalmente diferentes dessa popula\u00e7\u00e3o.\u00b9 Tamb\u00e9m n\u00e3o falarei de nada ligado \u00e0 espiritualidades.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2a79\"><mark>O caboclo \u00e9 apenas um fio de uma discuss\u00e3o sobre racialidade, ancestralidade, etnicidade e identidade.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p id=\"61c3\">Para amaz\u00f4nidas, a defini\u00e7\u00e3o de caboclo \u00e9 difusa. Debaixo desse termo cabem diversas caracter\u00edsticas, plurais e at\u00e9 divergentes entre si, que incapacitam a forma\u00e7\u00e3o de uma identidade coletiva. N\u00f3s amaz\u00f4nidas s\u00f3 sabemos, involuntariamente, que n\u00e3o queremos ser descritos como tal.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"b43d\">Existe um acordo silencioso de que o caboclo \u00e9 sempre quem est\u00e1 em uma posi\u00e7\u00e3o inferior a um interlocutor \u2014 estrangeiro, sudestino, branco, de uma classe social distinta, que enxerga e explora as riquezas dessa floresta conhecida como \u201cinferno verde\u201d. O interlocutor pode ter todas essas caracter\u00edsticas de uma vez ou apenas algumas delas. Assim, em rela\u00e7\u00e3o aos brancos sudestinos, caboclo pode ser a pessoa natural da Amaz\u00f4nia que n\u00e3o \u00e9 branca. Em rela\u00e7\u00e3o a quem mora nos bairros centrais da capital, caboclo \u00e9 quem est\u00e1 nas periferias. Em rela\u00e7\u00e3o a quem est\u00e1 em cidades mais desenvolvidas que n\u00e3o a capital, \u00e9 quem est\u00e1 no interior, e assim por diante.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"2970\"><mark>Como as pessoas n\u00e3o costumam se autodenominar caboclas, o termo se mostra como uma categoria relacional e tamb\u00e9m um indicador de classe.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p id=\"4f8f\">Dentro das v\u00e1rias maneiras de empregar a palavra, \u00e9 seguro dizer que quase nunca se trata de um elogio ou possui conota\u00e7\u00e3o positiva. Com a nossa heran\u00e7a colonial, aprendemos que xingar de <em>cab\u00f4co<\/em> significa chamar de pobre, de n\u00e3o-habituado \u00e0 cidade ou n\u00e3o pertencente ali. Significa chamar de pregui\u00e7oso e sem-ambi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"f333\">(Alguma semelhan\u00e7a com estere\u00f3tipos de uma outra categoria \u00e9tnico-racial?)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"0e47\">O <em>cab\u00f4co<\/em> faz <em>caboquice<\/em>, que \u00e9 um comportamento para se envergonhar. Escutamos\/falamos corriqueiramente que algu\u00e9m \u201cfez caboquice\u201d ou deveria \u201clargar de fazer caboquice\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:61px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"9641\"><strong>Origens e usos do caboclo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"1aa1\">A origem e significado prim\u00e1rio da palavra s\u00e3o incertos, mas os que teorizaram chegaram a alguns pontos em comum. Um deles \u00e9 de que a nomenclatura se trata de pessoa associada \u00e0 floresta, ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-small-font-size\" id=\"b850\">C\u00e2mara Cascudo (1954) considera a palavra como vinda do tupi, onde ca\u00e1 = mato, monte, selva e boc = retirado, provindo, oriundo. Pereira da Costa (1975, p. 12) acompanha essa interpreta\u00e7\u00e3o dizendo que caa-boc significa \u201co que vem da floresta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\" id=\"2fab\">Ferreira (1971) sugere que a express\u00e3o vem de kari\u2019boka, termo tupi que quer dizer \u201cfilho do homem branco\u201d \u2014 ou seja, do que dormiu com a mulher ind\u00edgena. Grenand e Grenand (1990, p. 27), com base em escritos da segunda metade do s\u00e9culo XVII, sugerem que o termo foi usado, primeiramente, pelos \u00edndios Tupi do litoral, que com ele designavam os seus inimigos, habitantes do interior, ou seja, da mata.<\/p>\n<cite><mark><em>CASTRO, F\u00e1bio Fonseca de. A identidade denegada. Discutindo as representa\u00e7\u00f5es e a autorrepresenta\u00e7\u00e3o dos caboclos da Amaz\u00f4nia. 2013<\/em><\/mark><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p id=\"48a4\"><\/p>\n\n\n\n<p id=\"f59a\">Segundo C\u00e2mara Cascudo, D. Jos\u00e9 de Portugal proibiu seus vassalos de chamarem seus filhos mesti\u00e7os (de pais brancos com m\u00e3es ind\u00edgenas) assim ou de \u201cnome semelhante que fosse injurioso\u201d, demonstrando desde ent\u00e3o a conota\u00e7\u00e3o negativa que \u201ccaboclo\u201d carregava.\u00b2 Cascudo tamb\u00e9m diz que no s\u00e9culo XVIII a palavra j\u00e1 era usada como um sin\u00f4nimo oficial de ind\u00edgena.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"bdb0\">Destaco ambos para lembrar que o processo de miscigena\u00e7\u00e3o no que hoje \u00e9 conhecido como Brasil aconteceu, primeiramente, do \u201cencontro\u201d de homens brancos com mulheres ind\u00edgenas. Para al\u00e9m da viol\u00eancia sexual, os colonos vinham sem suas fam\u00edlias e os casamentos mistos eram incentivados pela Coroa portuguesa, como forma de estabelec\u00ea-los nas terras.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"4f65\">A crian\u00e7a dessa \u201cnova fam\u00edlia\u201d, por ser mesti\u00e7a, \u201cperdia\u201d ent\u00e3o, o direito \u00e0 sua identidade ind\u00edgena e passava a ser considerada cabocla.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"f396\">Al\u00e9m de desestabilizar essas sociedades, a miscigena\u00e7\u00e3o era uma das ferramentas para fazer com que ind\u00edgenas se \u201ccivilizassem\u201d e se enxergassem atrav\u00e9s do olhar do colono, junto com a catequiza\u00e7\u00e3o. Come\u00e7ava a\u00ed o processo de tornar o caboclo uma pessoa que via a si como \u201cintruso, indolente, trai\u00e7oeiro, algu\u00e9m cujo \u00fanico destino era trabalhar para o branco\u201d.\u00b3<\/p>\n\n\n\n<p id=\"0ba4\">Com esse hist\u00f3rico, <mark>a literatura registrada pela branquitude coloca o caboclo como um campon\u00eas\/extrativista da Amaz\u00f4nia, mas tamb\u00e9m \u201cimbecil, cr\u00e9dulo e incapaz de ato louv\u00e1vel\u201d\u00b2. Isso n\u00e3o apenas o aliena da sua indigenidade, como justifica a subalternidade ao branco<\/mark>.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"6579\">E esse jogo de poder com um habitante da sua pr\u00f3pria terra fundamenta tamb\u00e9m a explora\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. Ora, se essa \u201cra\u00e7a mesti\u00e7a\u201d \u00e9 apenas \u201cincapaz de empreender a dura tarefa de domesticar uma natureza resolutamente selvagem\u201d\u2074, cabe ao invasor ou migrante (mais tarde, na era da borracha) explorar e aproveitar tudo o que a grande floresta pode lhe oferecer.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"5722\">Por fim, mais recentemente, em especial nas tr\u00eas \u00faltimas d\u00e9cadas, manifesta\u00e7\u00f5es culturais como o boi-bumb\u00e1 no Amazonas tentam injetar autoestima na popula\u00e7\u00e3o local retratando o caboclo (a \u201cfigura t\u00edpica regional\u201d) como um guardi\u00e3o da floresta, um exemplo de quem vive em harmonia com a mata. Um personagem que vive como ind\u00edgena, mas n\u00e3o reclama a sua identidade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"783\" height=\"436\" src=\"https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-representacao-figuratipica-FestivalParintins-boiCaprichoso.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7752\" srcset=\"https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-representacao-figuratipica-FestivalParintins-boiCaprichoso.png 783w, https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-representacao-figuratipica-FestivalParintins-boiCaprichoso-300x167.png 300w, https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-representacao-figuratipica-FestivalParintins-boiCaprichoso-768x428.png 768w, https:\/\/jamilleanahata.com\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/umpassoantesdopardo-caboclo-amazonida-representacao-figuratipica-FestivalParintins-boiCaprichoso-18x10.png 18w\" sizes=\"(max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O caboclo como \u201cfigura t\u00edpica regional\u201d \u2014 Representa\u00e7\u00e3o do boi bumb\u00e1 Caprichoso<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:61px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"737c\"><strong>Pardo X Caboclo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p id=\"a743\">Como j\u00e1 mencionei anteriormente, a defini\u00e7\u00e3o de ind\u00edgenas como caboclos n\u00e3o foi acidental. <mark>Mas ao longo do tempo, a popula\u00e7\u00e3o cabocla se transformou e foi mesclada ao que hoje \u00e9 reivindicado como pardo, e isso aconteceu por conta dos censos demogr\u00e1ficos.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p id=\"d474\">No primeiro censo oficial, em 1872, caboclos e pardos eram categorias separadas de ra\u00e7as brasileiras (tamb\u00e9m faziam parte: branco e preto), mas caboclo era utilizado para contabilizar a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena e pardo era \u201co que sobrava\u201d. A inser\u00e7\u00e3o de caboclo no censo levava em considera\u00e7\u00e3o o fato de ser um termo \u201cempregado de uso corrente e disseminado.\u201d (OSORIO, 2003, p. 18)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"703d\">No censo de 1890, pardo foi substitu\u00eddo por mesti\u00e7o (ent\u00e3o significando descendentes de pretos e brancos) e caboclo seguiu como classifica\u00e7\u00e3o para ind\u00edgenas e seus descendentes.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"b931\">Como podemos ver no quadro abaixo, a partir do censo seguinte (de 1940), a popula\u00e7\u00e3o cabocla\/ind\u00edgena foi incorporada \u00e0 nomenclatura parda, at\u00e9 1991.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/miro.medium.com\/v2\/resize:fit:681\/0*gYW_FwuWvOAhoY3W\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p id=\"06cd\">Algumas coisas chamam aten\u00e7\u00e3o nesse quadro, feito pelo pr\u00f3prio IBGE.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"7ed0\">1) ele n\u00e3o leva em considera\u00e7\u00e3o que povos ind\u00edgenas foram escravizados, mas sim \u201cpretos e pardos\u201d; a narrativa que convenientemente apaga a escravid\u00e3o dos nativos consolida o estere\u00f3tipo de pregui\u00e7osos e esconde um epis\u00f3dio hist\u00f3rico de viol\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"c0fc\">2) a partir de 2010, para ser considerado ind\u00edgena \u00e9 preciso dizer a sua etnia e a l\u00edngua falada, mas n\u00e3o-oficialmente, ainda que a pessoa d\u00ea essas informa\u00e7\u00f5es aos \u00f3rg\u00e3os oficiais, o fato de n\u00e3o estar em aldeia faz essa pessoa ser jogada para a popula\u00e7\u00e3o parda.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"5800\">Para as burocracias, o<mark> atual pardo \u00e9 tamb\u00e9m o caboclo de ontem \u2014 e ainda de hoje<\/mark>. E esse caboclo tamb\u00e9m pode ser o ind\u00edgena que n\u00e3o sabe ou que teve a sua identidade roubada em mais de 500 anos de invas\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"b517\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/medium.com\/@desabafos\/a-complexidade-do-pardo-e-o-n\u00e3o-lugar-ind\u00edgena-a8a1e172e2b0\">A complexidade do pardo e o n\u00e3o-lugar ind\u00edgena<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falar sobre o \u201ccaboclo\u201d, presente na realidade nortista, \u00e9 desenrolar um fio tecido pela coloniza\u00e7\u00e3o.<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":7751,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-7482","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pensamentos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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